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12.01.2021 |

Dúvidas levantadas nas redes sociais por conta da negociação que culminou na construção do novo CTG


Dúvidas levantadas nas redes sociais por conta da negociação que culminou na construção do novo CTG, motivam patrão do Centro de Tradições Gaúchas de São José do Cedro publicar, em sua rede social carta aberta detalhando negociação com antiga administração para viabilizar obra.

Nos últimos dias vários questionamentos com relação as obrigações, possíveis perdas ou vantagens do CTG com a nova obra passaram a constar em algumas postagens ou comentários no Facebook, por parte de apoiadores ou de adversários do atual grupo que administra São José do Cedro.

Levantamento feito pela reportagem da Rádio Integração, com base nestes comentários de Facebook aponta que entre os questionamentos estão a área de terra onde o novo CTG foi construído, a possível ausência de espaço de estacionamento, o tipo de madeira utilizado e até o valor pago pelo metro quadrado da obra.

No último dia 08 de janeiro, o patrão do CTG Mate Amargo, CLAUDEMIR JOSÉ BOSING, o ALEMÃO, fez ampla postagem chamando de esclarecimento sobre o processo acordado entre o CTG e o município de São José do Cedro.

Ele agradeceu a administração enfatizando que foi cumprido o acordo conforme estabelecido e combinado, seguindo à risca o projeto elaborado, sem ressalvas.

"Talvez algumas pessoas não saibam como se sucedeu toda a negociação, em função de alguns comentários feitos nas redes sociais. Quero dizer que respeitamos todas as opiniões, pois respeito e educação são virtudes que se aprende num CTG, já que a cultura gaúcha ensina isso", salientou BOSING.

Segundo ele a entidade possuía uma área de 12.800 metros quadrados, registrada em cartório, a qual possuía estrutura da antiga sede, que desde 2010 esteve totalmente comprometida e interditada pelos órgãos competentes, não emitindo licenças para eventos e seu funcionamento.

O patrão destaca que algumas tentativas com administrações anteriores foram feitas no intuito da reforma, pois se tratava de um aporte de valores elevados, e o CTG não tinha recursos para tal. No entanto essas tratativas foram sem sucesso, em razão de vários fatores.

"Entretanto, surgiu a oportunidade da negociação da área com o município por se tratar de local ótima localização e pretendida para outros projetos relevantes ao município", esclareceu o patrão.

De acordo com ele, após vários encontros e reuniões entre a patronagem e o município, representado pelo então prefeito, PLINIO DE CASTRO, foi definido o acordo de doação de todo o terreno para o município e em contra partida a prefeitura iria elaborar um projeto em comum acordo com a patronagem e iria executar e entregar a nova sede.

Esta obra, de acordo com BOSING seria construída no mesmo terreno, porém em local diferente da instalação anterior, com a devida devolução da área construída e parte do estacionamento que será registrada em escritura pública conforme consta em contrato da entidade para com a municipalidade.

Após as tratativas, foram feitas visitas a vários CTGs da região juntamente com o prefeito da época, engenheiros da prefeitura e membros da patronagem, onde sempre ficou claro que o estilo e formato era da competência da patronagem, cabendo ao setor de engenharia fazer ajustes necessários, seguindo normas específicas.

"Então para os desinformados, a casa Gaúcha que aí está, da forma que foi feita, com os detalhes, foi escolha da patronagem e não da administração", destacou ALEMÃO BOSING na postagem.

Conforme ele, por se tratar de um Galpão de CTG, a patronagem local procurou fazer de uma forma que caracteriza um estilo do galpão, não fugindo muito do padrão encontrado em todas as sedes visitadas. Nos outros CTGs as sedes possuem vários detalhes em madeira, principalmente nas paredes com tábuas brutas, madeira redonda como eucalipto, pinus e até fechamento de xaxim.

"Não entendo algumas colocações quanto a obra, dizendo que a estrutura como um todo é de má qualidade, diminuindo assim a vida útil do galpão", questionou o patrão do CTG Mate Amargo.

CLAUDEMIR BOSING acrescentou que não importa quanto tempo as costaneiras durem, e sim como elas são cuidadas. Disse que se um dia tiver que trocar irão ser trocadas por conta da entidade e não do município, até porque o CTG foi construído pelo município, com recursos públicos, ficando a entidade com uma área em torno de 2000 metros quadrados com a sede.

"Agora, quanto a valores da obra, não cabe a nós entrar no mérito da questão, até porque em se tratar de uma obra pública, o tempo todo esteve a disposição da sociedade para qualquer esclarecimento", salientou ele.

O patrão deixou claro que a casa do CTG Mate Amargo, sempre terá as portas abertas para todos os cidadãos cedrenses que gostam da tradição gaúcha, sejam da cidade ou do interior, não importa a idade ou cor.

Ele lamentou que muitos comentários tenham cunho político. "Temos que deixar de lado a rivalidade partidária e usufruir das coisas boas que o município oferece. Tanto nas invernadas, como na patronagem, tem pessoas de todos os partidos políticos", finalizou CLAUDEMIR BOSING.

 

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