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19.02.2020 |

Intermediação entre as reivindicações dos trabalhadores da segurança pública e o Governo do Estado é desafio para os deputados


 

A opinião é do deputado estadual, ONIR MOCELLIN, do PSL, que representa o setor de segurança pública no parlamento catarinense.

"Há seis anos os integrantes da segurança pública estão sem nenhum reajuste e as perdas relacionadas ao poder aquisitivo chegam a 40%. A gente vai ter que construir, junto com o governo estadual uma proposta para atender este pedido", ressalta.

Segundo ele, que também é da carreira militar, o papel dos parlamentares é auxiliar na busca de uma solução para a defasagem salarial que se estende desde a última reposição, negociada em 2013.

Uma reunião, entre representantes do Governo do Estado e da Aprasc, a Associação de Praças do Estado de Santa Catarina, estava prevista para ontem, mas foi adiada para sexta-feira, dia 21.

O cancelamento gerou a revolta da entidade, que já tinha deslocado diretores regionais, inclusive do Extremo-oeste, para a negociação, segundo informou o presidente da Aprasc, JOÃO CARLOS PAWLICK.

Os militares vem se mobilizando desde outubro pedindo a reposição salarial, mas até agora as negociações não avançaram. O governo apresentou 12,5% de reajuste, abaixo dos 37% que os praças alegam ter perdido nos últimos seis anos.

MOCELLIN enfatiza que ouvir as demandas da sociedade e dar encaminhamentos a elas também é dever dos deputados, além dos compromissos com as sessões.

"No primeiro ano de mandato foram cerca de 800 reuniões e participação em cerca de 270 eventos ouvindo a sociedade. Além disso, em média, analisamos 40 projetos por semana e relatamos, em média, cinco a seis por semana, além das sessões ordinárias", detalha.

Questionado sobre a situação econômica do Estado, o parlamentar que é do partido do governador CARLOS MOISÉS DA SILVA, disse estar otimista.

Segundo ele, em 2019 a receita do estado cresceu 12,67%, ou seja, mais de dois bilhões de reais.

"Fizemos bastante investimentos e economias, reduzindo o tamanho do estado e diminuindo a burocracia, o que talvez tenha faltado é dar divulgação ao que foi feito. O governo tinha previsão de gasto de 90 milhões em publicidade e não investiu nessa área", finaliza o deputado estadual, ONIR MOCELLIN.

 

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